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O mundo é all-line

Os termos on-line e off-line fazem parte do nosso dia a dia, e engana-se quem pensa que o universo virtual está desvinculado do mundo real. As pessoas acessam portais de notícias com seus celulares, são impactas por informações e campanhas publicitárias em pontos de ônibus, metrôs, relógios urbanos, televisão, frequentam cinemas, consomem serviços de plataformas de jogos, filmes e por aí em diante.
Para se ter uma ideia da força do off-line no Brasil, o investimento em publicidade chegou a R$ 16,54 bilhões em 2018, segundo o Cenp (Conselho Executivo das Normas-Padrão), entidade que reúne os principais anunciantes, veículos de comunicação e agências de propaganda do país. Os investimentos em TV (aberta e por assinatura) ficaram em 65.7%, internet 17%, e outros meios, rádios, revistas, jornais e cinemas receberam juntos 17.3%. Esses números mostram a força da TV no cotidiano do brasileiro, e ainda indicam que os consumidores estão ligados a tudo e compartilham preferências agora mais do que nunca.

As ferramentas de comunicação são complementares, conteúdos produzidos por mídias off-line constantemente invadem as redes sociais, e por conta dos likes e compartilhamentos, ganham mais visibilidade e consequentemente projetam, de forma mais potente, marcas, pessoas e serviços. Vale ressaltar que o conteúdo produzido pela imprensa recebe mais atenção quanto a sua credibilidade. Uma recente pesquisa encomendada pela Secretaria de Comunicação da Presidência ao Ibope, apontou que os jornais impressos estão na liderança de confiança dos brasileiros como meio de comunicação. O porcentual dos entrevistados que disseram que confiam sempre ou muitas vezes nas notícias publicadas em jornais é de 59%. Rádio e televisão têm 57% e 54%, respectivamente.
É preciso entender que uma mídia não necessariamente substitui a outra, prova disso, é que o on-line não substitui o off-line, e possivelmente não foi criado para isso. Hoje tudo está integrado. O mundo é all-line.